Peças complexas
Curvas, furos, roscas e regiões internas: avaliamos a geometria e as áreas que precisam permanecer livres.

Capanyl · 45+ anos de experiência
PA11, PA12, PTFE e epóxi. Proteção e acabamento para peças complexas, com cores personalizadas e desenvolvimento junto ao cliente.
Cor e função em cada detalhe.
Soluções Capanyl
Proteção, isolamento, antiaderência ou acabamento: entenda o papel de cada tecnologia.
Proteção funcional para peças que precisam resistir ao desgaste e ao ambiente de trabalho.
02Revestimento termoplástico para aplicações específicas em que a especificação pede essa família.
03Sistemas para aplicações em que deslizamento e desprendimento são requisitos.
04Opções para proteção anticorrosiva, acabamento técnico e cores personalizadas.
Desenvolvimento junto ao cliente
Do desenho ao acabamento, os detalhes fazem parte da solução.
Curvas, furos, roscas e regiões internas: avaliamos a geometria e as áreas que precisam permanecer livres.
Identificação de componentes e acabamento alinhado ao produto, com referências e amostras para orientar o desenvolvimento.
Seu conhecimento da aplicação e nossa experiência em revestir ajudam a definir material, camada e acabamento.
Uma trajetória em diferentes mercados para analisar novos projetos e atender demandas recorrentes.
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45+ anos em revestimentos de superfícies metálicas.
Há mais de 45 anos, a Capanyl trabalha com revestimentos de superfícies metálicas. Em São Bernardo do Campo, essa trajetória reúne experiência com peças de diferentes geometrias e aplicações, de instrumentos cirúrgicos e componentes automotivos a equipamentos industriais.
Hoje, combinamos essa experiência com desenvolvimento próximo ao cliente. Peças complexas, cores personalizadas e atenção às áreas funcionais orientam a escolha entre PA11, PA12, PTFE e epóxi, sempre a partir das exigências de cada projeto.



Soluções Capanyl
Comece pelo que a sua peça precisa entregar. A Capanyl combina diferentes tecnologias com desenvolvimento técnico e acabamento personalizado.
A Capanyl é aplicadora certificada pela Arkema para aplicação de PA11.
A poliamida 11 forma uma camada termoplástica que combina resistência à abrasão, impacto e corrosão. É uma opção para componentes que precisam de proteção mecânica, isolamento elétrico ou acabamento colorido. O polímero tem origem renovável a partir da mamona.
A camada precisa suportar as condições reais de uso. Resistência química e durabilidade não se definem apenas pelo nome PA11.

Pós de poliamida 12 para metal combinam tenacidade, resistência à abrasão e baixa absorção de água. Essa característica ajuda a manter o comportamento do material em ambientes com variação de umidade. Há formulações para isolamento elétrico e aplicações com água aquecida ou detergentes.
PA12 não é uma versão superior do PA11. A comparação deve ser feita entre graus de revestimento e sob as mesmas condições de ensaio.

O politetrafluoretileno é um fluoropolímero escolhido quando o objetivo é facilitar o desprendimento de materiais e reduzir o atrito. Sistemas industriais podem combinar primer e camadas funcionais; a formulação define o equilíbrio entre antiaderência, desgaste e temperatura.
Baixo atrito não significa resistência ilimitada a riscos ou abrasão. PTFE, FEP e PFA são materiais distintos, mesmo quando aparecem na mesma família comercial.
O epóxi é um sistema termofixo: a formação da película envolve cura química. Na proteção do metal, a formulação, a preparação e a combinação com outras camadas determinam o resultado. Pode atuar como revestimento funcional ou primer, conforme o produto.
Um epóxi convencional e um primer epóxi rico em zinco não oferecem o mesmo mecanismo de proteção. Para uso externo, avalie também a exposição solar e a estabilidade do acabamento.
Ainda não definiu o material?
Uma peça desgastando, um ponto de corrosão, uma região que precisa deslizar ou uma cor fora do padrão. Descreva o problema e as condições de uso para começarmos a análise.
Desenhos, fotos, quantidade e requisitos de montagem ajudam a definir o próximo passo.
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Mercados de atuação
Conheça as aplicações e os requisitos que orientam o desenvolvimento. Da identificação de um instrumental à proteção de componentes em ambientes exigentes.
Ação bactericida depende de formulação e ensaio específicos. O revestimento não substitui a higienização.
Peças de segurança exigem aprovação do conjunto e atendimento ao desenho do cliente.
O grau e a documentação devem ser compatíveis com o uso final; contato direto e indireto são situações diferentes.
A compatibilidade é avaliada para cada fluido e condição de serviço.
Dados de durabilidade do fabricante se referem a sistemas específicos, não a uma garantia geral.

O ambiente e a função do componente orientam a escolha, não apenas o nome do setor.
Rigidez dielétrica de laboratório não equivale à tensão de operação autorizada para a peça.
A análise de uma demanda não implica certificação automática do produto ou da Capanyl.
Acervo Capanyl






Em aplicações de saúde, segurança, alimentos ou eletricidade, a seleção do revestimento faz parte da validação do projeto completo. Produto, processo, ensaios e uso pretendido precisam estar alinhados.
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Especificação e desempenho
Propriedades, condições de uso e processo de aplicação. As informações para avaliar um revestimento, reunidas em um só lugar.
Comparação de materiais
| Material | O que orienta a escolha | Como se forma a camada | Ponto de atenção |
|---|---|---|---|
| PA11 | Proteção mecânica, corrosão e acabamento funcional; polímero de origem renovável. | Fusão de pó termoplástico, por leito fluidizado ou aplicação eletrostática, conforme grau. | Dimensionar camada e interfaces. Fusão não define temperatura de uso. |
| PA12 | Baixa absorção de água, resistência ao desgaste e estabilidade sob umidade. | Fusão do pó de poliamida; existem graus específicos para leito fluidizado. | Comparar graus reais de revestimento, não dados de peças injetadas ou de impressão 3D. |
| Epóxi | Proteção anticorrosiva, aderência e composição do sistema de pintura. | Cura química de um sistema termofixo, segundo a ficha do produto. | Verificar cura e acabamento externo. Primer rico em zinco é uma formulação específica. |
| PTFE | Antiaderência, baixo atrito e resistência química. | Aplicação e tratamento térmico do sistema; pode envolver primer e múltiplas camadas. | Selecionar por desgaste, temperatura e contato. Não confundir PTFE com outros fluoropolímeros. |
PA11 e PA12

As duas famílias têm pós para revestimento de metal, com propriedades mecânicas e elétricas. A seleção não se resume a “qual é mais resistente”: é preciso definir desgaste, contato químico, temperatura e tolerância dimensional.
O PA11 deriva da mamona. O PA12 convencional é produzido a partir de matérias-primas de origem petroquímica. A baixa concentração de grupos amida do PA12 contribui para sua baixa absorção de umidade. Pigmentos, aditivos e formulação também influenciam o revestimento final.
Absorção de água deve ser comparada na mesma temperatura, umidade e condição de saturação. Impacto e abrasão exigem o mesmo método, carga e espessura. Uma diferença entre números obtidos em ensaios distintos não prova superioridade de um material.
Epóxi e PTFE

Além da barreira entre metal e ambiente, um primer epóxi rico em zinco pode fornecer proteção sacrificial: o zinco reage preferencialmente aos agentes corrosivos. Essa propriedade depende da formulação e não deve ser atribuída a qualquer tinta epóxi.
O produto precisa cumprir o ciclo de cura especificado. Temperatura de cura e temperatura máxima de serviço são informações diferentes.
Antiaderência ajuda a reduzir o acúmulo de material e facilitar a limpeza; baixo atrito favorece o deslizamento. Moldes, rolos e equipamentos de processo podem exigir essas funções, com sistemas distintos para cada condição. PTFE, FEP e PFA são fluoropolímeros diferentes; a escolha precisa considerar a química do revestimento.
Um sistema para desmoldagem não está automaticamente aprovado para contato com alimentos. A documentação deve corresponder ao código do produto e ao uso previsto.
Parâmetros de seleção

Graus convencionais de PA11 para revestimento apresentam fusão na faixa de 186–190 °C. Esse dado caracteriza o polímero e não define a temperatura contínua de serviço. Para especificar a peça, também é preciso considerar tempo de exposição, esforços mecânicos e contato químico.
Camadas de 250–500 µm são uma referência típica dessa rota. Massa térmica, geometria e operações sucessivas podem alterar a espessura obtida. A faixa de fornecimento deve ser definida para o projeto, incluindo tolerâncias, encaixes e regiões sem revestimento.
Existem sistemas industriais de PTFE especificados para uso até 260 °C. Esse limite não se aplica a todo revestimento de PTFE: primer, formulação, camadas, substrato e condições de uso precisam ser compatíveis. A temperatura autorizada deve constar na especificação do sistema selecionado.
A cura forma uma rede química que determina a integridade da película. O ciclo combina tempo e temperatura efetiva da peça, conforme o produto utilizado. Uma cura incompleta pode comprometer aderência e resistência química; a temperatura de cura não é o limite de serviço.
Resultados de abrasão Taber precisam indicar roda abrasiva, carga, número de ciclos e perda de massa. A ISO 9352 é uma referência de método para plásticos. Resultados obtidos com rodas, cargas ou condições diferentes não devem ser comparados diretamente.
Propriedades do PA11
O PA11 pode formar uma barreira de proteção do metal em ambientes salinos. O resultado depende da preparação superficial, do primer, da espessura e da continuidade da camada, especialmente em bordas, furos e regiões de montagem.
O prazo em água do mar precisa ser avaliado para o sistema e a exposição reais. Horas de névoa salina não se convertem diretamente em anos de serviço.
O PA11 convencional é isolante elétrico. Pode ser considerado para componentes que precisam de isolamento, desde que grau, camada e geometria atendam ao projeto.
Rigidez dielétrica de laboratório não equivale à tensão de operação autorizada. A validação deve considerar espessura, umidade, integridade da película e condições do conjunto.
Existem formulações antimicrobianas à base de PA11, inclusive com aditivos de íons de prata. Essa função pertence à formulação específica e não a todo PA11.
A alegação de ação bactericida exige identificação do produto e ensaios para os microrganismos e condições de uso pretendidos. O revestimento não substitui limpeza, desinfecção ou esterilização.
Exposição marinha

São condições diferentes de exposição. Água em movimento, abrasão por partículas, temperatura, ciclos de molhamento e produtos de limpeza também influenciam o desempenho.
Bordas, roscas, pontos de fixação e interfaces com vedações exigem atenção. Danos de montagem ou descontinuidades podem expor o substrato e iniciar corrosão localizada.
A avaliação reúne grau do revestimento, preparação do metal, primer, camada, ensaios de qualificação e manutenção. Um resultado obtido em outra peça ou sistema não estabelece automaticamente o prazo de uma aplicação Capanyl.
Formação da camada

A peça previamente aquecida é imersa no pó suspenso por ar. O material funde ao tocar o metal. A massa térmica, o tempo de imersão e a geometria influenciam a camada, inclusive em regiões internas.
Partículas carregadas são atraídas pela peça aterrada; depois, o aquecimento promove a fusão do pó. Essa rota utiliza graus próprios. Ela não deve ser tratada como equivalente a trocar apenas a resina na mesma regulagem de equipamento.
PA11 e PA12 são termoplásticos: a camada se forma pela fusão do material e posterior resfriamento. O epóxi é termofixo e depende de uma reação de cura. Por isso, o controle do ciclo precisa acompanhar a química e a ficha do produto escolhido.
Processo e qualidade
Função da peça, ambiente, falha a evitar e especificação do cliente.
Substrato, limpeza, tratamento superficial e eventual primer compatível com o sistema.
Mascaramento, tolerâncias, pontos de apoio, cor e faixa de espessura.
Rota de aplicação e ciclo térmico conforme material, geometria e especificação. No PA11, ocorre fusão do termoplástico; em sistemas termofixos, cura.
Aspecto visual, espessura e demais verificações requeridas devem ser definidos antes da produção.
Embalagem, identificação e documentação conforme o que foi acordado para o fornecimento.
Pontos de especificação

Informe a substância, a concentração, a temperatura, a duração do contato e a frequência de limpeza. Não existe um único limite térmico ou químico válido para todos os graus e aplicações.
A espessura ocupa espaço e pode interferir em roscas, furos, encaixes e vedações. O desenho deve indicar áreas a revestir, regiões que precisam ficar livres e limites dimensionais.
Existem graus com aprovações específicas. A documentação precisa corresponder ao produto aplicado e ao uso previsto. Cor e aparência não comprovam conformidade, e instrumentos cirúrgicos exigem validação de limpeza e esterilização.
Defina aspecto visual, cor, faixa de espessura, regiões de medição e ensaios exigidos. Mudanças de material, geometria ou condição de uso podem exigir uma nova avaliação.
Reúna desenho ou fotos, material, dimensões, quantidade, ambiente de uso, cor, espessura e áreas sem revestimento. Para projetos com requisitos próprios, envie também a especificação e a revisão vigente.
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